Direção: Juan Antonio Bayona
Roteiro: Sergio G. Sánchez
Elenco: Belén Rueda, Fernando Cayo, Roger Príncep, Edgar Vivar
Sabe quando você assiste a um filme só porque tem gente famosa envolvida e que o último filme dela foi bom? Bem esse é o caso com o “O Orfanato”. A pessoa famosa em questão é Guillermo Del Toro, que produziu o fantástico (em todos os aspectos) “O Labirinto do Fauno”.
Sinceramente que não da para saber qual é o objetivo desse filme, não da susto, é sem graça e da sono, muito sono. O arremedo de roteiro trata de uma ex-órfã que compra a casa aonde morava no inicio de sua vida. Lá seu filho faz amizade com uns amigos imaginários, que de amigos não tem nada. Depois de enrolar por um bom tempo entre a procura do filho e a instabilidade emocional da mãe, você saca qual é dos moleques e o final é surpreendente, surpreendentemente bobo.
Vale ressaltar que as atuações são fracas. Enfim, não perca seu tempo, “O Orfanato” não presta.
P.S.: A única coisa que realmente vale no filme é a participação do inigualável, do único, Senhor Barriga. O de verdade tá!!

Junho 2, 2008 at 4:08 pm
Olá!
Francamente, que resenha amadora!
Com certeza, você é mais daqueles que pagam pau para o cinema hollywoodiano, onde só vai em busca de um sustinhos mixurucas. Não prestou atenção no filme, pois ele realmente tem objetivo, aborda valores familiares, porém sutilmente. Reveja o filme e passe a dar mais valor a FILMES “independentes”.
Junho 4, 2008 at 4:57 am
Bem, de qualquer forma obrigado pelo seu comentário!!
Concordo que essa resenha é amadora, pra falar a verdade todas as resenhas são amadoras, se fossem boas eu tava ganhando grana!!
Sobre o filme, eu realmente não gostei, achei sem graça, com o final bem bocó e nem os tais sustinhos mixurucas ele dá.
Com relação ao filme ser independente ou não eu nem me importo, contanto que ele me agrade e seja bem feito. Se você reparar bem aqui no blog, a quantidade de filmes hollywoodianos e ditos independentes são praticamente os mesmos. Fora o fato que esses termos são um pouco bizarros hoje, já que a própria Warner tem uma subdivisão de filmes independentes.
Enfim, valeu e até!!
Fevereiro 3, 2009 at 6:43 pm
Não tenho palavras pra explicar. Fico pensando no que o roterista passou, viu, vivenciou para escrever tamanha crueldade. Não acredito que esse sujeito possa ser pai. E se um dia o for, perceberá o absurdo que escreveu…