Alvin and the chipmunks – 2007
Direção: Tim Hill
Roteiro: Jon Vitti, Will McRobb, Chris Viscardi
Elenco: Jason Lee, David Cross, Cameron Richardson
Sabe quando você pega para assistir um filme e passa boa parte dele em um momento “oooooooooooo”? Posi é, esse é o caso de “Alvin e os Esquilos”, já que a animação e a vozinha dos esquilos cantores é muito bonitinha e muito bem feita por sinal. Esse filme é uma homenagem aos 50 anos da criação de Ross Bagdasarian, que como diz nos próprios créditos, foi louco o suficiente para criar uma história de esquilos cantores na década de 1950.
O roteiro é bem basicão e é um prato cheio pra molecada e um alivio para os pais, pois as referências ao mundo adulto são bem pequenas, mas mesmo assim tem muito marmanjo e marmanja (se é possível isso) se derretendo pelas gracinhas de Alvin, Simon e Theodore.
Os três simpáticos esquilinhos moram em uma árvore e levam sossegados e cantando suas vidas de roedores. Até que na época de Natal, a árvore é cortada e os três são transportados juntos com ela para o edifício da poderosa gravadora Jett. Lá eles fogem do agora decorado enfeite natalino e caem na cesta do aspirante a músico Dave Seville (interpretado pelo Earl por Jason Lee). Dave concilia seu trabalho com o sonho de se tornar um compositor famoso, mas suas musicas não são comerciais o bastante a após mais uma tentativa fracassada, ele se depara com três esquilos com um talento muito grande para cantar. Após acolher os bichinhos, Dave grava uma música de Natal e no dia seguinte volta a gravadora Jett com os esquilos, mas o resultado é desastroso. Desapontado, Dave retorna ao seu trabalho, mas depois de uma péssima apresentação de um projeto é demitido. Vendo o amigo com a moral lá em baixo, so esquilos decidem ir na casa do produtor da Jett, Ian Hawke e dão um showzinho que agrada em cheio. A partir dai, o grupo Alvin and the Chipmunks se torna o maior sucesso comercial, aparecendo em programas de TV, fazendo shows e conquistando cada vez mais o público.
Os problemas começam quando Ian vê que Dave pode estragar seus planos de faturar muito em cima dos esquilos. Fazendo muita intriga e “comprando” os esquilos com brinquedos e o glamour da fama, Ian consegue com que eles abandonem Dave e sigam o que ele mandar. Feito isso, Ian começa a aproveitar ao máximo o trio, marca um show atrás do outro, gravações de comerciais, aparições públicas e em programas de TV e cansativas gravações em estúdio de novas canções. Com esse ritmo frenético os esquilos vão dando sinal de exaustão, mas Ian não quer saber de outra coisa a não ser faturar e cabe a Dave resgatar os seus “filhos” esquilos, dos olhos gananciosos de Ian.
A atuação de Jason Lee é um pouco controversa, gosto muito do cara, mas ele faz o papel do Earl nesse filme, um pouco dosado, mas é o Earl e esse estereótipo pode ser ruim para a carreira dele. Uma curiosidade é que o número da casa onde Dave mora é 1958, que foi o ano em que Ross Bagdasarian criou a animação.
Agosto 27, 2008 at 8:21 pm
Achei o filme bom, mas o romance acabou ficando meio deslocado no filme.