Eu sou a lenda

I am legend – 2007

Direção: Francis Lawrence

Roteiro: Mark Protosevich, Akiva Goldsman

Elenco: Will Smith, Alice Braga

Uma palavra inicial sobre esse filme: remake. Agora um ponto importante, essa é a terceira filmagem do livro de Richard Matheson, sendo que em “A última esperança da terra” o ator é ninguém menos que Charlton Heston, não que Will Smith seja um ator ruim, mas a comparação é inevitável e ai citado do “Fresh Prince”.

No filme, o doutor Robert Neville (Will Smith) é o único humano sobrevivente não infectado de uma catástrofe, causada por uma alteração genética quando se buscavam a cura do câncer. Quem não morreu, se transformou em uma espécie de vampiro, não suportando a luz solar e sem características sociais humanas. Robert vive com sua cachorra em uma grande casa e sozinho busca a cura para as demais pessoas, mas a cada teste sua esperança vai diminuindo.

Durante o dia ele e a cachorra andam livremente pelas ruas, mas durante a noite a casa é blindada para evitar que os seres invadam a casa. Em uma bela manhã de sol, Robert e a cachorra estão alegremente caçando alguns animais, quando na correria os bichos entram em um prédio, como os prédios são escuros, Robert se desespera, pois ali dentro podem estar os “vampiros”. Ele vai atrás da cachorra sorrateiramente e quando a encontra da de cara com um monstrengo e ai é correria de um lado pro outro pra fugir da horda vampiresca, até que ele e um dos bichos despencam do segundo andar na rua. Robert sai ileso, mas o bicho frita.

Com a vantagem de saber aonde o inimigo está, Robert arma uma armadilha para capturar uma espécie e seguir com seus testes para a cura da doença. A armadilha dá certo, ele captura um bicho do sexo feminino e recomeça os testes. Em um outro dia, quando estava dando um de seus tradicionais passeios pela cidade, Robert cai em uma armadilha dos “vampiros” e fica desacordado, quando acorda o céu já está escurecendo e dois cães vampiros estão prontos para atacá-lo. Mal o sol se põe e os cachorros vão para cima dele e de sua cachorra, uma mordida aqui, um tiro ali, Robert cata sua cachorra e foge pra casa, mas como ela avia sido mordida por um infectado começa a se transformar em um deles e Robert acaba matando-a.

Puto da vida com a morte do único ser que não queria matá-lo Robert enche a cara e vai pro momento kamikazi do filme, enfrentando sozinho uma porrada de vampiros. É óbvio que dá merda, mas na última hora ele é salvo por Anna (Alice Braga), uma brasileira que escutou um sinal de rádio enviado por Robert e foi atrás do cara. Em casa e refeito, Robert tem alguns momentos de paz e de companhia de outras pessoas, mas quando escurece a casa é invadida por mais uma pancada de vampiros. Eles se refugiam no laboratório de Robert e é nesse momento que ele descobre que achou a cura, vendo a fêmea capturada quase normal.

“Eu sou a lenda” é um filme fraco, com um roteiro com muitos furos e que deixa de explicar uma série de fatores relativos aos infectados. Parece que o roteirista levou muito ao pé da letra a idéia de que os “monstros” não poderiam ter contato com o sol, é ridículo os cachorros esperando na penumbra o raio de sol sair. O final é burro e o “paraíso” beira o ridículo, não presta. Will Smith, por favor, volte a fazer comédias.

Comments
One Response to “Eu sou a lenda”
  1. Lara disse:

    achei esse filme muito bobo e com muitas falhas mesmo. ainda não vi o outro q vc falou, mas vou procurar onde tem.

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