Corrida Mortal

Death Race – 2008

Direção: Paul W.S. Anderson

Roteiro: Paul W.S. Anderson

Elenco: Jason Statham, Joan Allen, Ian McShane, Tyrese Gibson, Natalie Martinez

Jason Statham virou pop, tanto é que sai um filme atras do outro com ele ultimamente. Gosto dos filmes dele, são sempre cheios de ação e divertidos e o cara apesar de ser bem canastrão cumpre bem o seu papel, o dele mesmo.

“Death Race” foi produzido/dirigido e escrito por Paul W. S. Anderson, o mesmo cara que cagou o Resident Evil e o Mortal Kombat e esteve a frente do podre “Alien vs. Predador”. Não gosto muito dos filmes dele, mas aqui a empatia com Jason Statham deve ter falado mais alto e consegui ver o filme todo sem ficar puto. É verdade que tem umas cenas mentirosas pra caramba, mas no geral é um bom filme de ação com o famoso e sempre utilizado, futuro apocaliptico e decadente.

Jensen Ames (Jason Statham) é um ex-piloto de carros que leva uma vida apertada junto com a mulher e a filha recém nascida. Após chegar do trabalho, a casa é atacada por um homem mascarado que mata a  esposa de Jensen, Suzy (Janaya Stephens) e arma tudo para colocar a culpa nele. Jensen é condenado e vai parar em uma prisão em que alguns detentos participam de um campeonato de corridas assistido por todo o país via televisão chamado Death Race. Já nos primeiros minutos na casa nova, Jensen é “convidado” pela diretora da prisão e organizadora das corridas, Hennessey (Joan Allen) a entrar no campeonato no lugar de Frankenstein, um corredor que morreu durante uma prova, fato escondido pela diretora ao público.

A proposta parece ser a única esperança de Jensen voltar a ver a filha, já que pelas regras do campeonato se o piloto vencer 5 corridas ele ganha liberdade e o antigo Frankenstein faturou 4 vitórias. Porém obviamente nem tudo é tão simples assim, as corridas envolvem carros modificados e armas como metralhadoras, lança-chamas, napalm e fumaça e geralmente algum piloto acaba morrendo durante uma corrida. Para piorar a situação, Jensen descobre que a morte de sua esposa e a sua estadia da prisão foram arquitetadas por Hennessey para trazê-lo para o campeonato.

As cenas das corridas são muito bacanas e algumas mortes são bem gore e até certo ponto engraçadas, o final é que é bem sem graça, muito bonitinho demais, mas no geral o filme presta.

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