Piratas do Caribe: No fim do Mundo

Pirates of the Caribbean: At World’s End – 2007

Direção: Gore Verbinski

Roteiro: Ted Elliott, Terry Rossio

Elenco: Johnny Depp, Geoffrey Rush, Orlando Bloom, Keira Knightley, Bill Nighy, Yun-Fat Chow, Kevin McNally, Jonathan Pryce, Jack Davenport, Stellan Skarsgård, Mackenzie Crook, Keith Richards

“Piratas do Caribe” nunca foi minha franquia favorita. Desde o primeiro filme, achei tudo longo demais e desnecessáriamente grandioso. Uma coisa é verdade, os filmes são engraçados, mas depois de mais de duas horas e meia você acaba cansando e fica esperando a coisa acabar.

O lance é que “Piratas do Caribe” tem sequencia porque o primeiro filme deu certo, ai cismaram em fazer um segundo, um terceiro e já vem um quarto por ai e nesses casos a história se perde completamente, tendo reviravoltas a cada cinco segundos para tentar explicar tudo. A bagunça é tão grande que as filmagens desse filme começaram antes do roteiro ser finalizado. Apesar de tudo isso, é inegável que os filmes são engraçados, principalmente o personagem de Johnny Depp, que garante mais de 90% das risadas do filme.

O grupo liderado por Barbarossa (Geoffrey Rush), Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) parte em uma missão para procurar o pirata Sao Feng (Yun-Fat Chow), a única pessoa que possui os mapas que podem salvar Jack Sparrow (Johnny Depp). Após uma barganha e um acordo, Sao Feng aceita entregar os mapas e os demais piratas partem para salvar Sparrow.

Após atravessar meio mundo, eles encontrar um Jack Sparrow mais pirado que o normal, tendo alucinações com ele mesmo e não sabendo distinguir o que é real ou fantasia. Com uma psicologia pra lá de estranha, eles convencem o antigo capitão que tudo é real e que eles estão ali para salvá-lo. O objetivo por trás do salvamento de Jack é convocar uma reunião de piratas, afim de bolarem uma estratégia para parar o avanço dos navios da Companhia das Índias Orientais, que desde o final do segundo filme tem o Holandês Voador sobre controle.

Após enrolar com algumas batalhas entre os navios, a reunião acontece na Ilha dos Naufrágios e é lá que após horas de discussão, porrada e bizarrices as decisões são tomadas para atacar os navios inimigos. Essa batalha é a mais longa do filme e dura até quase no seu final e é nela em que os destinos de Jack, Elizabeth, Will e Barbarossa vão ser definidos com muita porrada e obviamente muita piadinha.

“Piratas do Caribe: No fim do Mundo” assim como todos os outros dois filmes da franquia são bons e engraçados, mas pecam por serem muito longos, esse último principalmente com quase três horas de duração. É um blockbuster e não tem outros objetivos além de encher os cofres da produtora e dos envolvidos, mesmo assim presta.

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