Visões/O Olho do Mal

Gin Gwai – 2002

Direção: Oxide Pang Chun, Danny Pang

Roteiro: Jo Jo Yuet-chun Hui, Oxide Pang Chun, Danny Pang

Elenco: Angelica Lee, Lawrence Chou, Chutcha Rujinanon, Edmund Chen, Pierre Png, Yin Ping Ko, Yut Lai So

The Eye – 2008

Direção: David Moreau, Xavier Palud

Roteiro: Sebastian Gutierrez

Elenco: Jessica Alba, Alessandro Nivola, Fernanda Romero, Parker Posey, Rade Serbedzija

Vou escrever sobre os dois filmes, o original “Gin Gwai” e o remake americano “The Eye” em um mesmo texto porque não compensa fazer vocês lerem a mesma coisa duas vezes. E já começo sentando a lenha, os dois filmes são ruins de doer, ruins mesmo, com nada, mas absolutamente nada salvando. O filme oriental é mais sombrio, mais psicológico e faz um pouco mais de sentido, já o americano assusta mais. Ok, assusta duas vezes só, mas as sombras ficaram mais assustadoras aqui.

A história de ambos é a seguinte: uma garota, Wong no oriental e Sydney no americano, fica cega quando criança e muito depois, já adulta, recebe um transplante de córnea e nos primeiros instantes não consegue distinguir muito bem as coisas, vendo na maior parte sombras e borrões. Com o passar dos dias, sua visão melhora e ela começa a ter algumas visões de pessoas mortas e de algumas sombras que acompanham as pessoas logo após morrerem.

Assustada com esse “dom” que recebeu ela procura ajuda de seu médico, que de início não acredita muito em sua paciente, mas como ela é gatinha e ele tá amarradão nela, acaba de certa forma acreditando e tentando ajudá-la de alguma forma. Pensando em resolver o problema, médico e paciente vão buscar a origem da córnea e acabam em outro país, no oriental na Tailândia e no americano no México. Lá eles encontram a mãe da doadora e ficam sabendo que ela tinha visões desde pequena e sempre sabia previamente quem ia morrer. Por possuir esse poder, as pessoas da cidade a odiavam e após um grande acidente, que ela já havia previsto, muitas pessoas morrem e ela suicida.

Com essa resposta que não responde a pergunta nenhuma, médico e paciente voltam para  sua cidade, mas no meio do caminho, em um local aonde a estrada está parada por um acidente, uma nova visão ocorre e a garota tenta desesperadamente salvar as pessos ali presentes. Essa sequência faz mais sentido na versão americana, já que as visões estavam presentes desde o ínicio para a personagem, mas a versão oriental tem um desfecho mais do mal para o acidente. O final dos dois filmes é tosco, com o mesmo tipo de narração e destino para a personagem.

Dá não gente, nenhum dos dois.

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