Deixe ela entrar

lettherightLåt den rätte komma in – 2008

Direção: Tomas Alfredson

Roteiro: John Ajvide Lindqvist

Elenco: Kåre Hedebrant, Lina Leandersson, Per Ragnar, Patrik Rydmark

Depois de tanto procurar, consegui achar esse filme sueco. “Let the Right One In” é um dos filmes mais singelos que vi nos últimos tempos, uma mistura de pureza com violência. Basedo no livro de mesmo nome de John Ajvide Lindqvist, que também foi o responsável pelo roteiro, o filme pelo que consegui achar na Internet, deixou alguns pontos importantes do livro para trás, como por exemplo, quem é a vampira e a abordagem foi menos violênta que a original.

Oskar (Kåre Hedebrant) é um solitário garoto de 12 anos que é atormentado todos os dias por colegas do colégio. Mesmo tomando pancadas e sendo humilhado, ele não reage, mas todas as noites treina uma forma de vingança, que nunca chega devido a falta de coragem. Em uma noite, quando treinava com uma árvore, ele conhece Eli (Lina Leandersson), uma garota da mesma idade, que acabou de mudar para o apartamento ao lado. Aos poucos, eles vão se tornando amigos e mesmo com alguns detalhes estranhos da menina, Oskar se apaixona por ela.

Eli mora com seu pai, Håkan (Per Ragnar), e ele é quem fica responsável por coletar o alimento para a menina, que no caso é o sangue de pessoas. Porém, por duas vezes, Håkan erra feio, deixando Eli sem seu suprimento de sangue, forçando-a a caçar pelas ruas. Após a segunda falha, Håkan joga ácido no próprio rosto para preservar a identidade de Eli e logo depois oferece o pescoço para a menina. Com os ataques de Eli cada vez mais frequentes, Oskar acaba descobrindo que a amiga e agora namorada é uma vampira, mas ao invés de ficar com medo, ele da suporte a menina.

O título se refere aquela regra de vampiros que para entrar na casa de alguém, eles devem ser convidados, Eli demonstrando o que acontece a um vampiro que viola essa regra é uma cena bacana. Algumas partes do filme não fizeram muito sentido, como Oskar com seu pai, talvez no livro isso tenha algum fundamento, mas para o filme, as cenas ficaram deslocadas.

Para coroar a criatividade hollywoodiana, ano que vem já sai um remake. É um novo recorde, porque depois de “Quarantine”, que saiu dois anos depois do original, esperava uma maior vergonha na cara dos amigos de Los Angeles. Enfim, “Let teh Right one In” é um excelente filme, presta bastante.

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