XXY

xxyXXY – 2008

Direção: Lucía Puenzo

Roteiro: Lucía Puenzo

Elenco: Ricardo Darín, Inés Efron, Martín Piroyansky, Germán Palacios, Luciano Nóbile, Valeria Bertuccelli, Carolina Pelleritt


Gosto do cinema argentino, ok que meu conhecimento dos filmes de lá é mínimo, mas sempre o que vejo acho bacana. “XXY” me foi indicado por um amigo, que tinha visto no cinema e achado muito bom, procurei na internet e achei o tal filme, já sabendo de boa parte da história já que esse mesmo amigo fez o que eu faço aqui, contar as partes interessantes do filme e estragar tudo🙂

Ambientando no Uruguai, “XXY” conta a história da família de Alex (Inés Efron), uma jovem que possui um segredinho e por isso vivem no fim do mundo. Seu pai, Kraken (Ricardo Darín), trabalha na região como biologo marinho e a mãe cuida da casa e assim eles tocam a vida desde que se mudaram da Argentina. A rotina da casa fica um pouco atribulada com a chegada de uma família amiga da mãe de Alex, cujo pai da família é médico cirurgião. Logo, Alex e o filho do casal, Alvaro se tornam amigos e vão se conhecendo aos poucos, o jeito impulsivo de Alex até assusta um pouco o garoto, mas ele acaba gostando dela. O outro problema para Alex é que ela acabou de brigar com seu melhor amigo, Vando.

Até essa parte do filme, se ninguém te contar nada e você não ler nada a respeito dele, o segredo de Alex continua um mistério, apesar de algumas dicas serem dadas no filme. A garota quer porque quer dar uns amassos com Alvaro, mas ele receioso do que ela esconde, sempre recusa, mas chega um momento que os hormonios da adolescencia falam mais alto e ai, bem, beijo pra lá, beijo pra cá, os dois tiram a roupa e Alex gira o pobre rapaz e manda ver. Enquanto a bobiça rolava Kraken vê tudo e acaba sendo visto pelos meninos que interrompem a felação. A parte mais dramática começa agora, já que a mãe quer que a filha realize a cirurgia e arranque a parada fora, já Kraken não acredita que isso seja o melhor para a filha e vai até um homem que também sofria da mesma doença para buscar alguns conselhos.

Muito além do tema girar sobre uma anomalia um tanto rara, o filme abre uma discussão sobre aceitação de si mesmo e o que achamos certo ou errado pode não ser para os outros. Esteticamente o filme é belíssimo, com boa ambientação e locais muito belos e a atuação de Ricardo Darín é fantástica, presta bastante.

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