Fringe – 1ª Temporada, 1º Episódio

fringeFringe – Season 1, Episode 1: Pilot – 2008

Direção: Alex Graves

Roteiro: J.J. Abrams, Alex Kurtzman, Roberto Orci

Elenco: Anna Torv, Joshua Jackson, John Noble, Mark Valley, Kirk Acevedo, Lance Reddick, Blair Brown, Jasika Nicole, Jason Butler Harner

Começo hoje a escrever sobre um seriado sensacional e que está no início, o “Fringe”. O seriado é uma produção de J.J. Abrams, um dos produtores de “Lost” e de “Alias”, Alex Kurtzman, que também produziu “Alias” e é um dos roteiristas dos dois “Transformers” e Roberto Orci, mexicano que trabalha sempre junto com Kurtzman. A experiência dos três é uma boa apresentação para o seriado, que a primeira vista pode parecer uma cópia de “Arquivo X”, mas acaba indo muito além do finado seriado, mas continua sendo uma coisa de nerd (yes, i am!!).

As comparações com “Arquivo X” são inevitáveis, ambos trabalham com temas inexplicáveis e os mocinhos são do FBI, mas em “Fringe” a coisa  fica mais na como eles mesmo dizem “pseudo-ciência”, já que envolve teletransportes, controle da mente e até agora nada de extra-terrestres. O ar de mistério é semelhante ao de “Lost”, mas felizmente para nós os episódios tem começo, meio e fim e todos tem uma ligação com os outros, no chamado padrão. O padrão é uma série de eventos não facilmente explicáveis, mas que sempre se baseiam nas pesquisas do Doutor Walter Bishop (John Noble), um cientista que trabalhava para o governo e fez diversas descobertas, mas que acabam sendo usadas para matar. Todos os incidentes acabam sempre levando a um denominador comum, a empresa Massive Dynamic, uma megacorporação, que atua em diversos ramos de tecnologia e ciência.

O primeiro episódio já começa forte com um incidente em um avião vindo da Alemanha. Todos os passageiros simplesmente derreteram e aparentemente sem explicação para isso. Os agentes Olivia Dunham (Anna Torv) e John Scott (Mark Valley) são chamados para integrar uma força tarefa comandada pelo agente Phillip Broyles (Lance Reddick) e ao seguir uma pista de um possível responsável pelas mortes o agente Scott acaba sendo ferido com os mesmos componentes das vítimas do avião e fica parecendo uma água-viva gigante.

Em suas pesquisas para ajudar o parceiro (e namorado secreto), Olivia acha o nome do Doutor Walter Bishop e vê que suas experiências podem apontar uma cura e uma solução para o caso do avião. O problema é que o Doutor Bishop está a 17 anos trancado em um hospital psiquiátrico após um incidente que matou sua assistênte e a unica forma de ter acesso a ele é com a presença de um familiar. É ai que entra Peter Bishop (Joshua Jackson), filho do cientista e pilantra de plantão, que está em Bagdad em busca de um novo trabalho. Após convencê-lo a ajudar, os dois vão até o hospital e se deparam com um perturbado Walter Bishop, que possui poucos momentos de lucidez. Para ajudar no caso o Walter tem que receber uma autorização de um tutor legal, que no caso é Peter, para sair do hospital, pressionado por Olivia, ele acaba cedendo e os trabalhos juntos começam. Walter ainda pede uma outra coisa, seu laboratório de volta, o que também é conseguido.

A coisa vai ficando mais estranha após uma idéia de Walter para ajudar o agente Scott, que consiste em conectar os cérebros dos dois agentes para que eles troquem algumas memórias e Olivia descubra quem foi o responsável pelo acidente ao parceiro. Dentro das memórias de John, Olivia acaba vendo a cara do cara e faz um retrato falado para começar a caça ao cara. O suspeito é Richard Steig, ex-funcionário da Massive Dynamic, que foi demitido após ser pego roubando alguns segredos tecnologicos. Pegar o cara acaba sendo tarefa fácil, mas o problema é arrancar dele qualquer informação que possa salvar o agente Scott e ai entra Peter e seu belo poder de convencimento. O agente Scott começa a ser salvo e em uma conversa com Olivia, Broyles apresenta todos os eventos bizarros que estão ocorrendo pelo mundo, o chamado padrão.

Quando parece que vai terminar por ali, mais uma coisa surge. Richard Steig acusa o envolvimento de John Scott no atentado e para provar da a dica de uma gravação feita após uma conversa com o agente. Olivia acaba escutando a gravação e começa a perseguir o parceiro, que acabou de matar Richard, em uma perseguição de carro pela cidade, John acaba perecendo e mantendo consigo preciosas informações.

Duas coisas que acho sensacionais no seriado são os letterings, que sempre são colocados da melhor forma possível e os momentos de piração do Doutor Bishop, que são hilários.

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