Coraline e o mundo secreto

coralineCoraline – 2009

Direção: Henry Selick

Roteiro: Henry Selick

Elenco: Dakota Fanning, Teri Hatcher, Keith David, Robert Bailey Jr., John Hodgman, Jennifer Saunders, Dawn French, Ian McShane

Um filme sombrio com um toque infantil. Essa pode ser uma boa definição para “Coraline e o mundo secreto”, filme de Henry Selick , o mesmo diretor de “O estranho mundo de Jack”. Coraline é baseado em um livro de Neil Gaiman, então vocês já devem imaginar um pouco o tom dark da história.

O filme faz parte da nova onda de 3D’s, mas esse que vos escreve não o viu nessa versão modernosa e sim no clássico 2D mesmo. Li por ai que a técnica dessa vez é bem empregada e é um bom elemento do filme e não só mais um elemento colocado pra se adaptar a uma modinha. Na verdade “Coraline” inova em duas coisas, é o primeiro stop motion em 3D e é o stop motion mais longo já produzido. Isso tudo não seria nada se o filme não fosse esteticamente perfeito. As ilustrações são muito bem feitas e o cuidado com cada mínimo detalhe faz a obra encher os olhos dos espectadores.

Coraline (Dakota Fanning) é uma garota que acaba de mudar com os pais para uma antiga casa em uma vila. Seus pais se preocupam mais com seus trabalhos, deixando a menina sozinha e sem ter o que fazer. No novo local ela acaba conhecendo Wybie (Robert Bailey Jr.), neto da dona do local e seus vizinhos, o russo Mr. Bobinsky (Ian McShane) e as atrizes Miss Spink (Jennifer Saunders) e Miss Forcible (Dawn French).

Vasculhando pela casa, Coraline acaba achando uma porta que a leva a um mundo diferente, em que as pessoas são as mesmas do seu mundo, mas elas tem botões no lugar dos olhos. Lá seus pais são muito mais atenciosos e tudo parece ser magicamente perfeito. Toda essa perfeição faz com que Coraline fique tentada a não voltar ao seu mundo de verdade e fique ali para sempre, mas aos poucos ela vai percebendo que alguma coisa estranha rola no lugar. Com a ajuda do gato de Wybie e os ratos de Mr. Bobinsky, Coraline descobre quem na verdade é a sua mãe desse novo mundo e o que ela pretente fazendo todas as coisas que a agrade.

O filme é tão minusciosamente bem feito, que até nos créditos finais existe uma animação. Bola cheia para Henry Selick e sua equipe.

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