A Última Casa

The Last House on the Left – 2009

Direção: Dennis Iliadis

Roteiro: Adam Alleca, Carl Ellsworth

Elenco: Tony Goldwyn, Monica Potter, Sara Paxton, Garret Dillahunt, Spencer Treat Clark, Aaron Paul, Riki Lindhome, Martha MacIsaac

Ao colocar as mãos em “A Última Casa”, pensei que seria só mais um remake e que no final das contas sairia odiando o filme. Felizmente, estava completamente equivocado, já que ele é brutal ao ponto de não te deixar indiferente. Não uma brutalidade apenas física, com torturas e sangue jorrando, mas em sua maior parte psicológica.

A família Collingwood, o pai John (Tony Goldwyn), a mãe Emma (Monica Potter) e a filha Mari (Sara Paxton), vão passar um feriado em sua casa no lago. Mari sai para encontrar Paige (Martha MacIsaac), sua amiga, na cidade vizinha e estaria de volta para casa mais tarde se não fosse o azar de encontrar uma outra família, mas essa foragida da policia. O chefe da família é Krug (Garret Dillahunt – rosto frequênte na TV e no Cinema atual).

Mari e Paige são sequestradas e levadas como garantia, mas depois de uma confusão no carro, a coisa desanda e dentro de uma floresta Paige é morta e Mari é estuprada, em uma cena com peso semelhante a de “Irreversível”. Logo depois do estupro, Mari cconsegue fugir e chegar ao lago, mas enquanto nadava, Krug a atinge com um tiro nas costas.

Com o carro ferrado e uma chuva forte caindo, os foragidos acabam chegando em uma casa próxima e se fazendo passar por boas pessoas, conseguem um teto para passarem a noite. Mas imaginem na casa de quem eles cairam? Mesmo sem saber que Mari tinha sido sequestrada e estuprada por seus hóspedes, John e Emma desconfiam um pouco da índole da família. A confirmação vem quando Justin (Spencer Treat Clark), filho de Krug, deixa intencionalmente uma medalha de Mari na cozinha. Quando Mari aparece em casa toda ferrada, pai e mãe começam sua vingança e os bandidos viram a caça.

O filme é tenso, quando não estamos vendo as cenas de violência física, estamos vendo uma violência psicológica e essa mistura é interessante e muito bem trabalhada. Obviamente que o filme não possui a qualidade do original, já que “Aniversário Macabro” foi um marco no gênero, de qualquer forma “A Última Casa” é um bom filme.

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