Last of the Living

Last of the Living – 2008

Direção: Logan McMillan

Roteiro: Logan McMillan

Elenco: Morgan Williams, Ashleigh Southam, Robert Faith, Emily Paddon-Brown


Continuando com a onda de filmes de zumbis, “Last of the Living” veio das terras de Peter Jackson, a Nova Zelândia, mas nem de longe lembra a fase gore do diretor. O filme tem um início divertido e interessante, mas acaba se perdendo no meio e tem um final horrível. O roteiro é fraco e com uma história sem sentido, mas esse não é o único ponto negativo. A cidade está muito deserta e limpa para ter sofrido uma infecção de zumbis. Os próprios zumbis estão muito limpos e sem marcas de mordida.

Curiosamente o filme mistura as duas vertentes de zumbis, aqueles clássicos em que os mortos se arrastam e são completamente lerdos e os maratonistas, aqueles mais recentes e que correm mais que o Usain Bolt.

“Last of the Living” mostra um erro comum de muitos filmes de zumbi, onde ora as pessoas se transformam logo após as mordidas e ora demoram horas pra começar a rangar seus amigos.

Após uma infecção de zumbis ter devastado o mundo, três amigos, Morgan (Morgan Williams), Ash (Ashleigh Southam) e Johnny (Robert Faith), vivem numa boa em uma casa que eles ocuparam. A vida deles se resume a zoar com a cara um do outro, jogar videogame, ver DVD’s e beber. Cansados da casa atual, eles decidem se mudar e quando estão passeando de carro para escolher um novo local, um movimento em uma igreja chama a atenção deles. Como Morgan e Johnny estão sempre procurando por aventuras, eles param para investigar o lugar. Dentro da igreja eles encontram Stef (Emily Paddon-Brown) e seu pai (Mark Hadlow), que tem uma mordida no braço.

Enquanto eles decidem o que fazer, os zumbis entram no lugar, rangando de vez o pai de Stef. Na fuga do local, Stef revela que um grupo de cientistas em uma ilha está trabalhando em uma cura e ela precisa colher uma amostra de sangue de zumbi, levar até um laboratório e depois levar para os cientistas. Morgan, Ash e Johnny decidem ajudá-la e partem para o laboratório, sabendo que no caminho encontrarão algum zumbi para colher o sangue. Com a amostra devidamente coletada, é hora de viajar até a ilha, mas ao chegar lá, o ambiente é completamente diferente daquilo que Stef imaginava.

Assim como em “Zumbilândia”, “Last of the Living” mostra um lado positivo em um mundo devastado por zumbis, você pode escolher onde morar e pegar o que quiser nos supermercados.

O final não tem nada a ver com o resto do filme, é sem graça e parece ter sido feito as pressas, deixando um filme sem graça pior ainda.

Comments
One Response to “Last of the Living”
  1. fabiano disse:

    SUPERE FILME MUITO BOM MESMO VALE A PENA ASSSITIR

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: