Happy Town

Happy Town – 2010

Direção: Gary Fleder, Darnell Martin, Mick Garris, John Polson, Ron Underwood, Bobby Roth

Roteiro: Josh Appelbaum, André Nemec, Scott Rosenberg

Elenco: Geoff Stults, Lauren German, Amy Acker, Sam Neill, M.C. Gainey, Robert Wisdom, Sarah Gadon, Jay Paulson, Ben Schnetzer, Steven Weber, Frances Conroy

Na esperança de se salvar da viuvez após o final de “Lost”, a ABC contava com “FlashForward” e “Happy Town” para levantar a audiência, mas nem mesmo o mais pessimista dos produtores poderia pensar em um fracasso duplo em tão pouco tempo. “FlashForward” conseguiu fazer um certo sucesso no inicio, coisa que “Happy Town” não chegou nem perto em todos os oito episódios. A série deu tão errado, que os dois últimos episódios foram liberados online, não ganhando nem a chance de se despedirem na TV.

“Happy Town” não era uma série horrível, mas era xoxa, sem sal e não tinha nenhum atrativo. A trama central fraca e personagens toscos afundaram o seriado que deve ter sido um dos maiores fracassos da ABC. Em muitos fóruns, chegou a se comentar que o seriado era um “Harper’s Island” tosco, o que não é verdade, já que “Happy Town” é só tosco mesmo.

Como foram apenas oito episódios, é extremamente simples contar o que rolou em toda série. Em Haplin, uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos, uma série de desaparecimentos assombrou os moradores. Sem nenhuma pista dos desaparecidos, o responsável foi apelidado de “Magic Man”, já que fazia seus crimes parecerem mágica. Sete anos depois e sem o “Magic Man” e nenhum dos sequestradores de volta, Haplin segue seu ritmo tranquilo mas cercado de muitos mistérios. Todos os moradores carregam consigo algum grande segredo que mostra que Haplin não é uma cidade comum.

Os tempos de paz na cidade acabam quando o “Magic Man” retorna, sequestrando Rachel Conroy (Amy Acker) a mulher de Tommy Conroy (Geoff Stults), filho do ex-xerife Griffin (M. C. Gainey), que após um surto cortou a própria mão. Com o cargo herdado do pai, Tommy vai tentando reunir as peças para salvar a esposa e controlar a cidade que parece a beira do colapso. Seguindo as dicas do misterioso Merritt Grieves (Sam Neill), Tommy entra no jogo do “Magic Man” e consegue salvar a mulher, mas nem de longe seu trabalho está terminado, já que os moradores começam a exigir a volta dos sequestrados sete anos atrás.

Paralela a história de Tommy e o “Magic Man”, está Henley (Lauren German), uma jovem que acaba se se mudar para Haplin. O objetivo de Henley na cidade é meio obscuro, mas seu alvo é Peggy Haplin (Frances Conroy), chefe da família mais poderosa da cidade e manda chuva de toda Haplin. Com a ajuda de Merritt Grieves, Henley encontra um martelo e começa a chantagear Peggy. Com uma boa quantia em troca, Henley tenta sair a cidade, mas Peggy usa toda a sua influência para mantê-la em Haplin. A importancia do martelo só é explicada no final e liga Peggy a morte da mãe de Tommy.

“Happy Town” mistura suspense com sobrenatural, mas fracassou em ambas as abordagens. O final melancólico não explicou nada e deixou tudo ainda mais confuso, numa clara mostra que a emissora esperava dar continuidade a série. A ABC erra mais uma vez e joga dinheiro no lixo.

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