Splice

Splice – 2009

Direção: Vincenzo Natali

Roteiro: Vincenzo Natali, Antoinette Terry Bryant, Doug Taylor

Elenco: Adrien Brody, Sarah Polley, Delphine Chanéac, Brandon McGibbon, David Hewlett, Simona Maicanescu, Abigail Chu

Depois de tentar sem muito sucesso ter seu nome em evidência após o “Cubo” lá em 1997, Vincenzo Natali resurge com “Splice”, uma ficção científica com a produção executiva de Guillermo Del Toro.

O filme é até interessante, mas se perde e fica muito tedioso em boa parte do tempo. O climax demora muito a chegar e aparece do nada, não fazendo muito sentido a mudança de comportamento do híbrido. A estética criada é belíssima, com cores dando um clima bem interessante e a fotografia bem feita.

Clive (Adrien Brody) e sua esposa Elsa (Sarah Polley) são dois cientistas que lideram um projeto de criação de híbridos para descobrirem medicamentos e curas para doenças humanas. Os dois criam um casal de híbridos, Ginger e Fred, que podem possuir todas as respostas que q equipe procura. Mesmo com todo avanço, a direção do centro de pesquisa quer uma solução mais rápida, afastando os dois de um grande sonho, a criação de um híbrido com DNA humano.

Puta com o novo direcionamento do centro, Elsa decide tocar o projeto do híbrido humano secretamente, tendo apenas Clive como parceiro. Sabendo que a atitude pode prejudicar a carreira dos dois, Clive faz Elsa prometer que o híbrido ficará apenas na fase embionária, porém a criação tem um crescimento acelerado e acaba nascendo bem antes do tempo. O desenvolvimento do ser é acompanhado com grande entusiasmo por Elsa e com muita preocupação Clive. O ser ganha o nome de Dren, o contrário de N.E.R.D., o nome do centro de pesquisa.

Com Dren tendo todas as atenções, Fred e Ginger são deixados de lado e no dia da apresentação ao público do que poderia ser uma revolução na genética, Ginger e Fred acabam se matando brutalmente na frente de todos. Sem o acompanhamento de Clive e Elsa, Ginger mudou de sexo e assim acabou brigando com Fred. O caso deixa a situação de Clive e Elsa complicada, tendo seus trabalhos vigiados de perto, os forçando a levar Dren para a fazenda da falecida mãe de Elsa. Lá, Dren vai tendo a sua evolução acompanhada pelos dois e seu relacionamento com Clive vai se estreitando ainda mais.

Com uns 20 minutos para o filme acabar, Dren muda completamente o seu comportamento, passando de um bom animal de estimação para uma ameaça e até da uma trepadinha com Clive. As coisas interessantes demoram a acontecer e quando começam é uma atrás da outra no final do filme. “Splice” é um filme interessante e bem feito, mas peca em vários aspectos, podendo ser muito melhor.

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