Memphis Beat

Memphis Beat – 2010

Direção: Clark Johnson, Kevin Dowling, John Fortenberry, David Von Ancken, Alex Zakrzewski, Randall Zisk, Michelle Maxwell MacLaren, Kevin Bray

Roteiro: Liz Garcia, Joshua Harto, Sean Whitesell, Tom Smuts, Meredith Stiehm, Angelina Burnett, Scott Kaufer

Elenco: Jason Lee, Sam Hennings, DJ Qualls, Alfre Woodard, Celia Weston, Abraham Benrubi, Leonard Earl Howze, Daniel Hugh Kelly, Sunny Mabrey

Depois do fim de “My Name is Earl”, fiquei na expectativa para saber qual seria o próximo projeto de Jason Lee (excluindo a existência de “Alvin e os Esquilos”). “Memphis Beat” é um seriado policial que mistura investigação, humor e música, tudo muito bem dosado. A série é bem promissora e interessante, mas também não é nada demais.

A primeira temporada foi composta por dez episódios e foi ao ar nos Estados Unidos pela TNT, estando todos eles disponíveis para streaming na página da emissora. Neles somos apresentados aos detetives da cidade de Memphis no sul dos Estados Unidos, cidade mais conhecida por ser a terra de Elvis Presley e de ter uma história musical riquíssima. Dwight Hendricks (Jason Lee) é o melhor detetive da cidade, resolvendo os casos usando sua percepção e instinto. Se durante o dia ele é um bom policial, a noite ele se diverte cantanto nos bares locais, quase sempre fazendo covers de Elvis e sendo uma grande atração da noite local.

Seu parceiro é Charlie Whitehead (Sam Hennings), grande amigo de Dwight e sempre preparado para tomar uma cervejinha. Além deles, a policia de Memphis é composta por Davey Sutton (DJ Qualls), um atrapalhado e ingenuo policial, a durona Tenente Rice (Alfre Woodard), o descendente de índios Lightfoot (Abraham Benrubi) e Reginald Greenback (Leonard Earl Howze)

Os episódios são independentes entre si e quase nada, com excessão do relacionamento de Dwight com a ex-esposa Alex (Sunny Mabrey), a mãe Paula Ann (Celia Weston) e seu namorado Tony (Daniel Hugh Kelly) se repete. Essa coisa descontinua nunca me atraiu em seriados, fica sem ritmo e meio sem propósito e talvez seja essa a razão da série não empolgar mais, sendo apenas mais uma entre milhares de outras. “Memphis Beat” é bem feita e interessante, tanto que nessa primeira temporada, nenhum episódio tem enrolação ou é chato e a maneira como Dwight resolve seus casos é bastante inusitada.

Já confirmada a continuação, “Memphis Beat” parece ser uma série que vai durar.

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