Salt

Salt – 2010

Direção: Phillip Noyce

Roteiro: Kurt Wimmer

Elenco: Angelina Jolie, Liev Schreiber, Chiwetel Ejiofor, August Diehl, Daniel Olbrychski

Normalmente nós homens assistimos os filmes da Angelina Jolie por um único motivo: ela é muito gostosa. Fora isso não dá pra dizer que a moçé uma atriz ruim, mas seria cretino demais exaltar seus dotes interpretativos. Jolie pegou o bonde andando aqui, já que originalmente o filme foi escrito para Tom Cruise. Para a graça do público masculino a troca é muito bem vinda.

“Salt” é um filme chato, previsível muitas vezes e confuso em outras. Tudo opera na normalidade dos filmes de ação e a quantidade de reviravoltas da a impressão de que as coisas fugiram do controle. A pergunta que o filme traz na capa é “Quem é Salt?”, mas na verdade deveria ser “Que porra você tá fazendo Salt?”, já que tudo muda a cada segundo.

Os clichês q muitas vezes são a parte mais interessante em filmes de ação estão presentes em quase todas as cenas; atentados a presidentes, tiroteio em navios, perseguições na rua e por ai vai. A ação é bem feita, mas o filme peca em um aspecto, é quase uma cópia da trilogia Bourne. Não sei se comentei aqui, mas acho a história do Bourne muito chata, o primeiro filme então nem se fala, mas Paul Greengrass conseguiu dar uma cara nova na segunda e terceira parte, transformando o chato em algo de extrema qualidade. Do meio para o final “Salt” vira Bourne, mas sem a câmera frenética e a edição de video clipe de Greengrass.

Evelyn Salt (Angelina Jolie) é uma agente da CIA de grande respeito. Após uma missão fracassada na Coréia do Norte, ela é libertada com a ajuda do marido, Mike Krause (August Diehl), um aracnologo que encheu o saco do senado americano para intervir na prisão. De volta ao trabalho após alguns meses, Evelyn é encarregada de interrogar um espião russo que diz ter informações preciosas para o governo dos Estados Unidos. Durante o interrogatório o espião conta sobre um elaborado plano da época da União Soviética para destruir os Estados Unidos e diz que vários espiões russos estão infiltrados em todas as camadasdo poder dos Estados Unidos. O antigo plano está em andamento e será executado no mesmo dia, quando o presidente russo será assassinado em território americano durante o enterro do vice-presidente.

Achando tudo uma grande bobagem, Salt se prepara para sair da sala quando espião decide dar o nome do agente infiltrado que irá executar o plano: Evelyn Salt. Mesmo dizendo ser inocente, Salt é detida até as informações serem checadas e aproveitando a fuga do espião, ela parte para casa a procura do marido.

De pessoa inocente e que quer provar a verdade, Salt da andamento ao plano, matando o presidente russo e depois se encontra com o mesmo espião do interrogatório. Minutos depois Salt executa todos os seus amigos, mas parte para continuar com o plano, que agora inclui matar o presidente dos Estados Unidos, só que mais uma vez o filme terá uma reviravolta.

“Salt” é um filme bem mais ou menos, tem seus bons momentos na parte da ação, mas se complica muito sem precisar. Indico o Paul Greengrass para a continuação.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: