Deixe-me Entrar

Ha! Esse vai ser mais um dos textos fáceis de escrever desse blog. As razões são óbvias, “Deixe-me Entrar” é idêntico ao original sueco, “Deixe ela entrar”.  Não que isso seja um demérito do remake de Matt Reeves, pelo menos dessa vez ao “americanizar” um filme, Hollywood não ferrou com tudo.

Alguns elementos foram melhorados, como a explicação da história do tutor de Abby (Chloe Moretz), algumas das mortes (já que o orçamento é maior), a ausência do pai de Owen (Kodi Smit-McPhee) e ao não mostrar o rosto da mãe. De resto, a linha narrativa, as sequências e obviamente o desfecho são os mesmos. Fazendo uma análise fria, para nós brasileiros (e até mesmo todo o resto do globo, menos os EUA) não faz a menor diferença assistir o sueco ou o americano, já que ambos são igualmente bons.

Quem assistiu o sueco, assistirá o americano e quem não gosta do gênero escapa dos dois. E ai fica no ar a pergunta de pra que realizar um remake idêntico, se o público é o mesmo? Se é pra refazer que tente ao menos aumentar o público. Essa escolha tem vantagens e desvantagens, e ai é uma questão de problema de quem investe o dinheiro no filme e não da gente que assiste.

A preguiça dos EUA em ver filme com legenda dessa vez não fez mais uma vítima, “Deixe-me entrar” é um bom filme.

Nota: 7

Título Original: Let me In – 2010

Direção: Matt Reeves

Roteiro: Matt Reeves

Elenco: Kodi Smit-McPhee, Chloe Moretz, Richard Jenkins, Cara Buono, Elias Koteas

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